Ter consciência do estado nutricional do próprio gato é o primeiro passo para alimentá-lo corretamente. Não é bom que ele esteja nem acima nem abaixo do peso ideal, isso todo mundo já sabe. No entanto, assim como é difícil nos autoavaliar nesse sentindo, é também difícil avaliar nosso animal de estimação.

Frequentemente tendemos a ser tolerantes ou rigorosos demais. Tem quem ache que o gordinho é fofinho e, poxa, ele fica tão feliz comendo petiscos, afinal de contas. E tem aqueles que acham tão lindo o bichano esbelto que não percebem que ele está perdendo peso demais e sinalizando problemas.

Por isso é tão importante contar com um médico veterinário para a avaliação nutricional dos animais. Ele considera não somente o peso do gato, mas também outros fatores como linhagem (padrão de raça ou sem raça definida), gênero (macho ou fêmea), gordura corporal, massa muscular, hábitos e estilo de vida, níveis de atividade e possíveis problemas de saúde.

“É importante as pessoas compreenderem que a avaliação nutricional vai além do resultado da balança. E é o ponto de partida que indica o caminho para uma nutrição ótima, de acordo com a individualidade e necessidades de cada gato. E devemos lembrar sempre que o estado nutricional interfere diretamente sobre a saúde do animal, seja dificultando ou facilitando a recuperação de doenças, a qualidade de vida e a longevidade”, ressalta Keila Regina de Godoy, médica veterinária da PremieR pet.

Então vale ficar atento e não abrir mão de uma orientação especializada. E lembre-se: nem sempre o alimento do gato do vizinho é o alimento certo também para o seu bichano!

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