saúde

Carrapatos e pulgas no verão

Publicado por Gateiro, 13/01/2017

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Verão, muito calor e… o risco de uma infestação de pulgas e carrapatos. De acordo com a veterinária da Virbac, Larissa Benetolo, “isso acontece porque pulgas e carrapatos precisam de calor e umidade para se reproduzir. Sendo assim, os meses entre dezembro e março são mais favoráveis a infestações”. A veterinária também destaca que pets criados dentro de casa não estão livres do problema, então os tutores devem ficar atentos às possíveis doenças que podem ser causadas pela picada de parasitas. Confira mais alguns esclarecimentos da veterinária sobre este problema:

Como cães e gatos pegam pulgas e carrapatos?

Há formas diferentes de causar infestações. O contato com outros animais é uma das mais comuns. Alguns cães pegam parasitas durante passeios por ruas e parques, além de visitas ao pet shop.

Cães e gatos que são criados dentro de casa têm chances de contato com pulgas e carrapatos?

Sim. É importante saber que quando falamos de infestação por pulgas, apenas 5% delas estão na fase adulta quando “pegam” o animal. Os outros 95% encontram-se no ambiente, em forma de ovos, larvas e pupas. Os tutores de cães e gatos levam essas pulgas para dentro de casa em seus calçados ou mesmo através do contato com outros animais infestados. Por isso, mesmo animais que raramente saem de casa devem usar produtos preventivos para pulgas e carrapatos.

O que as pulgas e carrapatos causam nos pets?

Além da coceira – que pode ser causada pela alergia a picada ou pela presença de parasitas – as pulgas são responsáveis por transmitirem o Dipilidium canis (um tipo de parasita intestinal). A puliciose (alta infestação por pulgas) pode causar anemia principalmente em filhotes e em animais debilitados.

Os carrapatos podem matar?

Sim. O carrapato é transmissor de doenças causadas por protozoários (Babesiose) e por bactérias (Erliquiose). A Babesiose infecta e destrói glóbulos vermelhos e a Erliquiose destrói glóbulos brancos. São doenças de ocorrência mundial e podem levar os animais a desenvolverem manifestações clínicas variáveis que, se não diagnosticadas e tratadas no início, levam o animal a óbito.

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