O comportamento dos gatos não pode ser comparado aos dos outros animais. É curioso pensar que enquanto a maioria das espécies precisa conviver em grupo – até nós mesmos – para sobreviver, os felinos lidam muito bem com a solidão. Mas isso não quer dizer que eles são animais infelizes ou que não apreciam uma boa companhia.

A história nos conta que foram os gatos selvagens que se aproximaram dos humanos, em civilizações realmente muito antigas, devido a proliferação de ratos em plantações e ambientes domésticos. O homem alterou o cenário natural e a comida felina da época aumentou de oferta. Mas veja bem: os gatos chegaram ali porque quiseram, curtiram a presença dos homens e depois disso foram aceitos por conta dos seus serviços de “limpeza”.

Os felinos também percorreram um longo caminho para alcançar a possibilidade de convivência com outros gatos, em um mesmo espaço. Hoje eles vivem bem em grupo? Sim, mas é preciso respeitar o tempo e a personalidade do pet, por exemplo, na hora de inserir um novo membro na família.

Muito desse comportamento está profundamente ligado ao instinto de sobrevivência do felino, uma vez que o desejo de guardar a comida só para si, é muito maior do que a vontade de ter outro pet por perto. Juro, há pesquisas que já avaliaram o comportamento do gato e notaram que quanto mais o bichano se importa com a presença da alimentação, mais solitário ele quer ser. Ah! Lembrei desta charada do meu gato Tarot.

Portanto, a gente precisa entender que os bichanos convivem bem com a solidão, por suas interpretações naturais e muito particulares da vida, mas nem por isso eles deixam de ser excelentes companheiros. Lembre-se, foram eles que se aproximaram de nós!

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